Inaê é aventureira. Costuma escalar no meu colo, de um jeito que preciso improvisar em meus braços um equipamento próprio de segurança para os seus esportes radicais. A tia diz que ela está tentando voar, porque pensa que ainda é fada; a avó diz que ela pensa ser passarinho.
Mas suas últimas aventuras mesmo estão nas palavras; balbucia novas sílabas constantemente, elabora, pensa, olha, imita. Vai de mamã, titi, nã, nani (nananinanão), aô (alô), tá, qué, tente (pente) e outras experimentações feitas no calor das circunstâncias. E se ri toda pra estalar a língua em beijinhos. Leve como o Ar de que é feita sua leveza.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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5 comentários:
Essa leitura foi muito poética: "A tia diz que ela está tentando voar, porque pensa que ainda é fada; a avó diz que ela pensa ser passarinho."
beijo grande!
Ei, coisas novas. Descobri "por acaso" , do mesmo jeito que casuais foram nossos encontros.
beijos.
Lu.
Ei, coisas novas. Descobri "por acaso" , do mesmo jeito que casuais foram nossos encontros.
beijos.
Lu.
É, Martha...elas são mais poéticas que eu nessas circunstâncias, porque quando Inaê resolve espoletar em meus braços eu a chamo de cabritinha mesmo, hehehehehe. Beijão pra tu e pro mocinho Vital.
Entonces, Lu, ando a escrever, escrever. Não poderia deixar de homenagear meu grande amor, né? Afinal, fechada uma porta, abrem-se outras mais iluminadas...beijos.
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