Dia desses, ela tentava se levantar na porta de vidro da varanda. Deixei-a à vontade, observando de perto, sentada ao chão. Pôs força demais no impulso e, resultado, a cabecinha bateu no vidro da porta com algum impacto. Não tanto para fazer galo, mas o suficiente para traduzir na dor do experimento.
Pois agora toda vez que ela faz sua expedição na sala, chega perto devagarinho da porta e suavemente bate a testinha no vidro, como a lembrar que ali já houve dor.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
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