Agora Inaê vem aceitando a escolinha. Mais que aceitando, adorando. Afeiçoou-se bastante à "tia" Josi, que paciente e carinhosamente a acolheu nos braços nos momentos mais difíceis de adaptação. Tão diferente de meus primeiros dias em escola, com uma professora que só fazia reclamar do choro de quem se via pela primeira vez separada de casa!
Passado o primeiro mês, tive como tarefa acostumá-la a não mamar durante a tarde. Andávamos grudadas a um ponto de ter quase sempre a menininha pendurada no peito, já comprida e tão falante. Nesse desgrude, quero dizer, desmame, mãe e filha precisaram entender os novos contratos, e a Escola nos ajudou a compreendê-los.
Hoje comecei o processo de tirá-la do peito também pela manhã, mantendo apenas durante a noite e como primeira alimentação do dia. Sim, minha bebezinha de quase dois anos ainda mama a noite toda, praticamente de duas em duas horas. Foi bom enquanto durou, mas chegamos ao nosso limite. Sei da importância em lhe dar leite materno por todo esse tempo; minha criança vegetariana nunca tomou suplemento de ferro nem remedinhos de pediatras paranóicos, e vive com lábios vermelhos e bochechas coradas. Sem falar que anda correndo, grita a plenos pulmões e ama ficar acordada para viver a vida.
Abençoado leite de mãe, começo, vagarosamente, a lhe dar aDeus.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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